Jujubas e Delicados - La Dolce Vita
     

     

           
           
           
           
Nome: Elaine.

Área de atuação: Rio de Janeiro.

Defensora do Movimento "Curta mais La Dolce Vita!".

Viciada em Cinema, Música, Literatura, Chocolate e Balas da Q-Refresco.





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Meu humor atual - i*Eu

Quinta-feira, Março 04, 2004


Ai Jesus, vou ter que sair do Blogger Brasil... pau no cú da Globo.com! (desculpe o palavrão, gente, escapou...)

garatujado por Elaine 12:11 AM



Quarta-feira, Março 03, 2004


Juro que é o último post sobre as minhas férias (só o relato está durando mais do que as próprias férias!).


Quarta, 11/02/2004 e Quinta, 12/02/2004


Capítulo VII - Abrolhos, abrolhos!

Na quarta-feira, saímos de Porto Seguro e fomos para Caravelas, para tratarmos o passeio até Abrolhos. As embarcações que vão até Abrolhos saem de lá, às 7:30 da manhã, então achamos melhor nos hospedarmos na cidade mesmo. Uma cidadezinha bem inha mesmo, sem nada...

No dia seguinte acordei bem cedo e fui para Abrolhos. O arquipélago fica muito longe da costa, a 70 km; mesmo de lancha rápida, a viagem leva 2 horas. Na ida, como o barco ia contra a maré e sacolejava muito, e ainda por cima cometi a burrice de não tomar dramine, passei super mal. Muito mal mesmo. Vomitei tudo que eu tinha em mim, até a alma. Fiquei mole, muuuito mole mesmo, meus braços e pernas nunca pesaram tanto. E eu suava, suava, suava tanto, como eu nunca suei na minha vida. Pensei que fosse morrer.

Mesmo quando o barco parou e o biólogo do Ibama entrou a bordo para nos passar as instruções, eu ainda não estava legal. O cara ia falando aquele monte de coisas, e nada entrava na minha cabeça, eu não processava nada. Saca aquela professora do Charlie Brown, que fala tudo ¿bó-bó-bó-bó-bó¿? Era assim que eu ouvia o cara.

"Putz!", pensei, "ferrou meu passeio! Como vou mergulhar molenga desse jeito, parecendo uma maria-mole?". Mas a outra bióloga do Ibama me deu a dica: entrar na água e ficar lá um pouquinho. Não é que deu certo? Fiquei pronta pra outra.

Desembarcamos na ilha do arquipélago que fica o pessoal do Ibama, e vimos quatro espécies de aves marítimas. Depois, fomos para o primeiro ponto de mergulho, perto da ilha administrada pela Marinha brasileira. Tirei muitas fotos de peixes, cada um mais lindo que o outro. Uma coisa maravilhosa. Parecia que eu estava nadando em um aquário gigante.

Foi quando eu caí na besteira de subir no barco pra comer alguma coisa, pois estava com fome e de estômago vazio (visto que eu o esvaziei completamente na viagem). Comi umas frutinhas e fiquei lá, sentadinha. Pra quê? O sacolejo do barco, mesmo parado, me mareou totalmente, completamente. Depois de nova esvaziada de estômago, tomei um dramine que um cara me ofereceu e não fiquei mais no barco de bobeira, só voltei quando fomos para o outro ponto de mergulho.

No segundo ponto de mergulho, havia um grupo de tartarugas marinhas, da espécie oliva. Lindas! Uma pena eu haver gasto todo o filme no outro ponto, mas eu não sabia que ainda íamos fazer novo mergulho. Dali, voltamos para a costa.

A volta foi surpreendentemente tranqüila, não senti absolutamente nada. Depois um dos marinheiros me explicou que estávamos indo a favor da maré, por isso o barco nem se mexia - uma tranqüilidade.

Apesar do sufoco, ainda quero voltar lá mais vezes. Abrolhos é um lugar paradisíaco, de águas maravilhosamente perfeitas e vida marinha belíssima. Espero voltar lá para fazer mergulho autônomo, porque eu só pude fazer o mergulho com snorkel, visto que 1) eu não tenho carteira de mergulhadora, e o batismo na hora saía 120 reais e 2) eu não tinha 120 reais para o batismo e mais os 90 reais para o aluguel dos cilindros, lastros e demais equipamentos.

Bom, aí terminam as minhas férias. No dia seguinte (13/02) retornei ao Rio de Janeiro, encerrando assim minha expedição ao sul da Bahia.


garatujado por Elaine 11:32 PM



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